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segunda-feira, 30 de maio de 2011
Conversa de Preto-velho
sábado, 28 de maio de 2011
Feliz aniversário para a Fraternidade Iniciática Luz da Vida!
Nossa Casa Espiritual completa hoje 10 anos!
Parabéns Filv, por mais um ano de trabalho e amor!
"Deus é amor, Deus é caridade!" Sim, Deus é Amor, amor ardente, abrasador, infinito, cuja maior manifestação foi nos ter dado seu filho Único para se imolar por nós
O que é o amor? Deus é amor. "Deus caritas est". O amor é o movimento da alma para a beleza que a encanta e a bondade que a atrai. (Madre Teresa de Calcutá)
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Cachoeira…
OBSERVE A CACHOEIRA
Perderia sua canção se fossem tiradas as pedras do seu caminho.
São os obstáculos que fazem suas águas prosseguirem.
Nenhuma rocha, por mais resistente que seja, é capaz de deter a água.
Ela tem sabedoria para contorná-la e seguir em frente, com a força da suavidade...
Nada é mais suave e nada é mais forte do que a água, caminha firme e lentamente, sabedora de que tem o mesmo destino do homem: seguir em frente.
Assim também é a nossa vida.
Os obstáculos existem para nos fazer caminhar cada vez mais firmes, mais determinados, totalmente entregues, confiantes na existência.
Fé é rendição.
Portanto, quando o sofrimento bater à sua porta, não lamente nem se inquiete, seja apenas testemunha da dor.
Sinta-se um privilegiado porque é das batalhas que surge a alma.
Diante de qualquer problema que lhe pareça sem solução, tome uma atitude inteligente, a seu favor:
Respire...
Quando menos uma pessoa merecer o seu amor, é quando ela mais necessita dele. Perdoe, perdoe quantas vezes forem necessárias, liberte seu coração do ressentimento, abra-se para novas emoções.
Seja flexível como as flores, como as borboletas... experimente todos os perfumes. Estenda a mão, ofereça a sua compreensão, o seu amor. Viemos a este planeta para aprender a amar.
Apenas isso.
Então ame! Pouco ou muito, não importa.
Importante é amar sempre.
Só o amor realiza a mágica de se multiplicar quando é dividido.
(Colaboração de Isabel Menezes)
*Desconhecemos o autor.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
O pequeno aborrecimento Francisco C. Xavier (Espírito Meimei)
Um moço de boas maneiras, incapaz de ofender os que lhe buscavam o concurso
amigo, sempre meditava na Vontade de Deus, disposto a cumpri-la.
Certa vez, muito preocupado com o horário, aproximou-se de um pequeno ônibus,
com a intenção de aproveitá-lo para a travessia de extenso trecho da cidade em que morava,
mas, no momento exato em que o ia fazer, surgiu-lhe à frente um vizinho, que lhe prendeu a
atenção para longa conversa.
O rapaz consultava o relógio, de segundo a segundo, deixando
perceber a pressa que o levava a movimentar-se rápido, mas o amigo, segurando-lhe o braço,
parecia desvelar-se em transmitir-lhe todas as minudências de um caso absolutamente sem
importância.
Contrafeito com a insistência da conversação aborrecida e inútil, o jovem ouvia o
companheiro, por espírito de gentileza, quando o veículo largou sem ele. Daí a alguns minutos,
porém, correu inquietante a notícia. A máquina estava sendo guiada por um condutor
embriagado e precipitara-se num despenhadeiro, espatifando-se. Ouvindo com paciência uma
palestra incômoda, o moço fora salvo de triste desastre.
O jovem refletiu sobre a ocorrência e chegou à conclusão de que, muitas vezes, a
Vontade Divina se manifesta, em nosso favor, nas pequenas contrariedades do caminho,
ajudando-nos a cumprir nossos mais simples deveres, e passou a considerar, com mais respeito
e atenção, as circunstâncias inesperadas que nos surgem à frente, na esfera dos nossos deveres
de cada dia.
Da obra: Pai Nosso. Ditado pelo Espírito Meimei,
através da mediunidade de Francisco Cândido Xavier.
domingo, 1 de maio de 2011
Religião e Espiritualidade!
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| RELIGIÃO x ESPIRITUALIDADE (desconheço o autor) |
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Porque as pessoas gritam? - Mahatma Gandhi
Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? - Questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar:
- Então não é possível falar-lhe em voz baixa?
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:
- Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecida? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
Elas não gritam. Falam suavemente.
E por quê?
Porque seus corações estão muito perto.
A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.
Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta"
Postado por Marco Aurélio Rocha às Sexta-feira, Abril 29, 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Desejamos a todos uma Páscoa recheada de fraternidade!
O SENHOR DA MINHA FÉ
Não creio no deus dos magistrados, nem no deus dos generais, ou das orações patrióticas.
Não creio no deus dos hinos fúnebres, nem no deus das salas de audiências, ou dos prólogos das constituições ou dos epílogos dos discursos eloqüentes.
Não creio no deus da sorte dos ricos, nem no deus do medo dos opulentos, ou da alegria dos que roubam do povo.
Não creio no deus da paz mentirosa, nem no deus da justiça impopular, ou das venerandas tradições nacionais.
Não creio no deus dos sermões vazios, nem no deus das saudações protocolares, ou dos matrimônios sem amor.
Não creio no deus construído à imagem e semelhança dos poderosos, nem no deus inventado para sedativo das misérias e sofrimentos dos pobres.
Não creio no deus que dorme nas paredes ou se esconde no cofre das igrejas.
Não creio no deus dos natais comerciais nem no deus das propagandas coloridas.
Não creio no deus feito de mentiras, tão frágil como o barro, nem no deus da ordem estabelecida sobre a desordem consentida.
O DEUS da minha fé nasceu numa gruta. Era judeu, foi perseguido por um rei estrangeiro, e caminhava errante pela Palestina. Fazia-se acompanhar por gente do povo; dava pão aos que tinham fome; luz aos que viviam nas trevas; liberdade aos que jaziam acorrentados; paz aos que suplicavam por justiça.
O DEUS da minha fé punha o homem acima da lei e o amor no lugar das velhas tradições.
Ele não tinha uma pedra onde recostar a cabeça e confundia-se entre os pobres...
O DEUS da minha fé não é outro senão o Filho de Maria, Jesus de Nazaré.
TODOS OS DIAS ELE MORRE CRUCIFICADO PELO NOSSO EGOÍSMO.
TODOS OS DIAS ELE RESSUSCITA PELA FORÇA DOS QUE SABEM AMAR..
Frei Beto